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Comerciantes livres de uma máquina para cada bandeira de cartão de crédito

Comerciantes livres de uma máquina para cada bandeira de cartão de crédito

Alguns comerciantes e líderes da categoria afirmam que a classe conseguiu a libertação ou que foi assinada a "Lei Áurea" do setor. Tudo isso porque acabou o fim da obrigatoriedade de uma máquina para cada bandeira de cartão de crédito. A setor vinha sendo controlado por duas grandes bandeiras e o comerciante paga todos os meses um valor pelo uso do equipamento.

Algumas operadoras já oferecem a máquina por preço muito inferior ao que vinha sendo cobrado anteriormente. Os empresários já começam a sentir efeitos da mudança e a expectativa é que os consumidores também sejam beneficiados em breve. O aluguel dos equipamentos também já está em queda e a tendência é diminuir ainda mais.

Os empresários agora esperam outras vantagens, especialmente a negociação para diminuir o repasse do percentual cobrado pelas bandeiras, em alguns casos de até 4,5%.

Confira a carta do Presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, Roque Pellizzaro Jr:

Cart?es de crédito: mais uma conquista!


Conseguimos mais uma vitória no mercado que é tão importante e significativo: os meios eletrônicos de pagamento. Além da possibilidade de uma máquina receber as mais diversas bandeiras, que passa a vigorar a partir de 1º de julho, após quatro anos de divergências, o governo surpreendeu as empresas do setor e anunciou que dará ao Conselho Monetário Nacional o poder de regular as taxas cobradas pelas operadoras de cartão de crédito.

Nossa expectativa é que tenhamos juros e custos menores e mais transparência nas tarifas e faturas. Além disto, esperamos que as regras não fiquem somente na promessa e que as punições para casos de irregularidade sejam rigorosas.

Enquanto isto, estamos fazendo o nosso dever de casa: buscamos uma audiência com o Banco Central e o Ministério da Justiça para elencar o que chamamos de distorções na indústria de cartões de crédito. Queremos a redução do tempo de espera entre o dia em que o cliente leva o produto e a data em que o dinheiro do cartão de crédito chega às mãos do comerciante. Queremos ainda uma atuação mais forte do poder público sobre as empresas que controlam as máquinas de cartão.

O Movimento Lojista está atento às decisões por parte do governo e vamos lutar junto ao poder público pela tão esperada regulamentação do setor.

 






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