Depois de algumas dúvidas sobre qual valor cobrado pelo Restaurante Popular e até questionamentos sobre qual empresa teria vencido a licitação, a Secretária de Ação Social, Sra. Neide Miquelante, confirmou que a empresa que ofertou o menor preso foi a ganhadora e irá prestar o serviço.
A empresa Gaúcha está fixada em Patos de Minas e confirmou na licitação o valor de R$ 1,80 de subsídio e de R$ 2,00 por parte do consumidor, totalizando o valor de R$ 3,80.
A Empresa Gaúcha foi questionada inicialmente pela Comissão que avaliou a licitação por não ter apresentado um documento assinado por uma nutricionista, mas depois foi confirmada a presença da nutricionista na inspeção realizada e a empresa oficializada como ganhadora.
Informações levantadas confirma que a empresa segunda colocada entrou na Justiça para impedir o credenciamento da empresa patense que ofereceu o menor preço e essa medida poderá atrasar o início do funcionamento do Restaurante Popular. O Executivo terá que aguardar para o credenciamento e o início dos trabalhos.
O Restaurante Popular começou a ser construído em 2006 e irá oferecer inicialmente 700 refeições dia.
Autor: Lindomar Tavares.
Vamos logo colocar isso pra funcionar. Não acredito que um juiz vai ter a coragem de atrapalhar
este benefício para os trabalhadores.
Será que Patos de Minas não está precisando de mais atenção em outras áreas como, por exemplo,
trânsito e segurança, do que todo esse tumulto do restaurante popular. Isto realmente é
prioridade do serviço público ou este restaurante é mais uma questão eleitoreira? Tinha é que
fechar esse negócio antes de abrir. A cidade está precisando de muitos outros cuidados.