De acordo com os envolvidos na apresentação das metas fiscais do 1º quadrimestre de 2010, tudo ocorreu com bastante tranquilidade.
A prestação foi coordenada pelo Presidente da Comissão Permanente de Finanças, Orçamento e Fiscalização Financeira - José Carlos da Silva- Carlito e pelos membros João Bosco de Castro Borges- Bosquinho- e Bartolomeu Ferreira Ribeiro. Também acompanharam a audiência pública o Presidente da Câmara Municipal, Amarildo Ferreira Silva e a 1ª Secretária, Maria Dalva da Mota Azevedo- Dalva Mota.
Da Prefeitura Municipal, o Secretário Municipal de Finanças e Orçamento, José Tarcísio Nunes; a contadora Sirlei Aparecida Silva Caixeta, a controladora Marisa da Silva Peres e demais técnicos do Executivo Municipal.
Essa prestação de contas é obrigatória através de lei e de acordo com o Secretário José Tarcísio, o que foi determinado no orçamento está sendo cumprido. De acordo com o Secretário, com as necessidades e imprevistos, alguns redirecionamentos ocorrem, mas tudo dentro de uma normalidade e sem prejuízos do orçamento previsto.
A equipe da Prefeitura confirmou que o Município tem conseguido uma melhor arrecadação do que no ano passado, aproximadamente 18% no primeiro quadrimestre de 2010, em relação ao mesmo período do ano passado.
Sobre o IPREM, o Município admite uma preocupação, mas garante que o atual governo tem cumprido a legislação. O débito de aproximadamente R$ 30 milhões que acumulou ao longo dos anos anteriores, está sendo pago de maneira parcelada.
Os participantes da Audiência Pública lamentaram a ausência de populares, já que é o tipo de encontro que se espera uma participação maior da sociedade.
Autor: Lindomar Tavares.
Tudo indica pela fotos que as galerias estavam ocupadas totalmente. Parabéns à Câmara Municipal e
aos insígnes vereadores por despertarem tanto interesse na população patense. AQUI EM PATOS JÁ
TEVE A FOLIA DO UM, AGORA TEM A CÂMARA DOS NENHUM PRESENTE. Isso é audiência pública? Cadê o
povo? Façam essa tal de audiência na igreja, no forró, no mercado etc. Mas, tenham pudor de
chamar isso que aconteceu de audiência pública.