Primeiramente não há um plano nacional e entrelaçado para que issoaconteça. Depois vem a questão do comercio ilegal de armas, o cidadão de bemnão consegue comprar nem um revolver calibre 22, mas, o bandido compra umapistola 765 e fuzis modernos sem problema algum. A própria polícia se vêbelicamente em desvantagem em relação aos traficantes. Aí o governo e os especialistas dizem que asolução está na educação. Isso é infantil, pois o governo não investe emeducação e o Brasil tem um sistema educacional
público extremamente precário, basta olhar o resultado das escolaspúblicas nas provas do Enem. Se isso nãobastasse, vivemos numa desigualdade social muito grande, isso agregado à desvalorização da família podelevar muitos jovens a uma falta de sentido para a vida: prato cheio paratraficante. Algo tem de ser feito, pois estamos aos 44 minutos do 2º tempo, e oque está em jogo é o futuro de nossa sociedade.
O caso da violência e da marginalidade está intimamente ligado a destruturação das Famílias,torna-se necessário um trabalho nas bases, aonde possa levar cultura e espectativa de melhoria do pacrão de vida da população da periferia, que sãovisto como carentes: tudo bem são carentes de: carinho, apoio, e pricipalmente oferecer oportunidades de profissionalização e visão empreendedora, que possa gerar emprego e renda. Tenho longa experiência em lidar com crianças, adolescente e jovens que na maioria sentem perdidos meio a tanto descaso, e política de ajudas, em forma de distribuição de sopa(comida), como solução a problemas sociais que se transforma em acomodação dos pais. Vamos lançar um Projeto Escola Aberta, aonde esperamos maior integração da comunidade.